por Luana Nunes
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| Angela Pimenta(Projor) moderou mesa sobre importância das redes sociais para o jornalismo local. Foto: Alice Vergueiro. |
Levar o máximo de informação possível a comunidades fora do radar da grande mídia é um dos objetivos e também um desafio para os comunicadores de veículos regionais por todo o País. Segundo a pesquisa "Atlas da Notícia", setenta milhões de brasileiros vivem em "desertos de informação". Ou seja, não dispõem de informações noticiosas a respeito de suas cidades ou regiões.
Talarico, há oito anos trabalhando com jornalismo local, afirma que a Agência Mural escolheu não cobrir segurança pública por se tratar de um assunto amplamente explorado por veículos tradicionais e independentes.
Uma das soluções encontradas para ampliar a cobertura local são as redes sociais, que servem de ferramenta para alcançar um maior número de pessoas. Camargo começou seu trabalho criando grupos de Facebook e WhatsApp, onde distribuía informações de Rio Branco, capital do Acre. A trajetória de João Henrique da Silva é similar: usou essas mesmas ferramentas para fazer jornalismo local. Hoje, afirma, a página 'Caruaru no Face' alcança cerca de 10 milhões de pessoas diariamente.
O 13º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo é uma realização da Abraji e da Universidade Anhembi Morumbi com o patrocínio de Google News Lab, Grupo Globo, Facebook Journalism Project, McDonald's, Estadão, Folha de S.Paulo, Gol, Itaú, Nexo jornal, Twitter e UOL, e apoio da ABERT, ANJ, ANER, Comunique-se, BuzzFeed, Consulado dos Estados Unidos, ETCO, FAAP, Fórum de Direito de Acesso a Informações Públicas, Revista Piauí, Jornalistas & Cia., Knight Center for Journalism in the Americas, OBORÉ Projetos Especiais, Portal Imprensa, Textual e UNESCO. Desde sua 5ª edição, a cobertura oficial é realizada por estudantes do Repórter do Futuro, orientados por profissionais coordenadores do Projeto e diretores da Abraji.

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