Por Luana
Nunes
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Mauro Paulino(Datafolha) compôs a mesa, que também contou com Marcia Cavallari(IBOPE) e Fernando Rodrigues(Poder 360) l Foto: Alice Vergueiro.
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Para
Cavallari e Paulino na forma presencial se garante uma amostra do eleitorado
mais representativa e com menor risco de erro, embora o custo seja mais alto.
Segundo a diretora do Ibope, face a face é o único método que não exclui
ninguém e garante uma chance de ouvir todos os eleitores.
De acordo com
Rodrigues, a pesquisa por telefone já foi amplamente testada e é o método
utilizado para medir intenções de voto nos Estados Unidos. A pesquisa feita pelo
Data Poder360 utiliza ligações robotizadas para aplicar o questionário,
dividido em etapas.
O custo da
pesquisa por telefone é menos da metade do valor de uma feita presencialmente. Segundo os diretores do Datafolha e Ibope, para
ouvir dois mil entrevistados pelo Brasil os institutos cobram cerca de R$ 270 mil. A mesma amostragem por telefone custa aproximadamente
R$ 70 mil, segundo Rodrigues.
Paulino e
Cavallari afirmaram que, por telefone, o eleitor ouvido é aquele mais engajado.
Cavallari disse ainda que o que o Poder 360 faz é uma enquete e não uma
pesquisa, pois os eleitores decidem se vão ou não participar.
Rodrigues
ponderou que também há erros que não aparecem na pesquisa face a face, usando
como exemplo a escolha de um pesquisador em abordar ou não uma determinada
pessoa.
Segundo o
jornalista, não importa a metodologia, desde que seja detalhada para o eleitor
saber qual o viés daquela amostragem. Ele informou que a pesquisa feita pelo
Poder 360 fez 684 mil ligações para conseguir uma amostragem com dez mil
eleitores.
Apesar de
divergirem sobre o método, os debatedores concordam que a pesquisa é um retrato
de um momento e não deve ser lida como uma previsão. “A pesquisa não é
infalível”, disse Cavallari.
Rodrigues
defendeu que os veículos divulguem todas as pesquisas, uma vez que são uma
realidade e influenciam o cenário eleitoral. Segundo ele, quanto mais
pesquisas, melhor para a população.
O 13º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo é uma realização da Abraji e da Universidade Anhembi Morumbi com o patrocínio de Google News Lab, Grupo Globo, Facebook Journalism Project, McDonald's, Estadão, Folha de S.Paulo, Gol, Itaú, Nexo jornal, Twitter e UOL, e apoio da ABERT, ANJ, ANER, Comunique-se, BuzzFeed, Consulado dos Estados Unidos, ETCO, FAAP, Fórum de Direito de Acesso a Informações Públicas, Revista Piauí, Jornalistas & Cia., Knight Center for Journalism in the Americas, OBORÉ Projetos Especiais, Portal Imprensa, Textual e UNESCO. Desde sua 5ª edição, a cobertura oficial é realizada por estudantes do Repórter do Futuro, orientados por profissionais coordenadores do Projeto e diretores da Abraji.
O 13º Congresso Internacional de Jornalismo Investigativo é uma realização da Abraji e da Universidade Anhembi Morumbi com o patrocínio de Google News Lab, Grupo Globo, Facebook Journalism Project, McDonald's, Estadão, Folha de S.Paulo, Gol, Itaú, Nexo jornal, Twitter e UOL, e apoio da ABERT, ANJ, ANER, Comunique-se, BuzzFeed, Consulado dos Estados Unidos, ETCO, FAAP, Fórum de Direito de Acesso a Informações Públicas, Revista Piauí, Jornalistas & Cia., Knight Center for Journalism in the Americas, OBORÉ Projetos Especiais, Portal Imprensa, Textual e UNESCO. Desde sua 5ª edição, a cobertura oficial é realizada por estudantes do Repórter do Futuro, orientados por profissionais coordenadores do Projeto e diretores da Abraji.

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