Discurso de ódio nas redes sociais evidencia vulnerabilidade do gênero
Por Cassiane Lopes e Nayani Real
Edição: Vitória Macedo
Mulheres jornalistas estão duplamente propensas a ser vítimas de violência: por exercer sua profissão e por conta de seu gênero feminino. Isso é o que diz o site sobre o tema, feito pela Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). A popularização das redes sociais nos últimos anos dá vazão a um novo formato de ataques a essas profissionais.
Na palestra “Ataques virtuais contra mulheres jornalistas na América Latina”, Sandra Chaher, presidenta da Asociación Civil Comunicación para la Igualdad na Argentina, conta que a preocupação a nível global sobre o assunto aumentou por conta da intensificação das violências contra as profissionais na internet. “Esse espaço está reproduzindo a violência estrutural que temos na sociedade", explica. Junto à argentina, construíram o debate a colombiana Lina Cuellar, diretora e co-fundadora da Fundación Sentiido, a boliviana Isabel Mercado, diretora da Página Siete e a venezuelana Gabriela Buada, fundadora do Caleidoscopio Humano.
Na palestra “Ataques virtuais contra mulheres jornalistas na América Latina”, Sandra Chaher, presidenta da Asociación Civil Comunicación para la Igualdad na Argentina, conta que a preocupação a nível global sobre o assunto aumentou por conta da intensificação das violências contra as profissionais na internet. “Esse espaço está reproduzindo a violência estrutural que temos na sociedade", explica. Junto à argentina, construíram o debate a colombiana Lina Cuellar, diretora e co-fundadora da Fundación Sentiido, a boliviana Isabel Mercado, diretora da Página Siete e a venezuelana Gabriela Buada, fundadora do Caleidoscopio Humano.

