Para correspondentes, é preciso sair da zona de conforto para entender o Brasil
Por: Giulia Afiune
Edição: Germano Assad
Por que o Brexit e as eleições de Donald Trump e Jair Bolsonaro foram uma surpresa para jornalistas britânicos, americanos e brasileiros? De acordo com três correspondentes internacionais que trabalham no Brasil – Andrew Fishman, Shannon Sims e Samantha Pearson –, muitos jornalistas não viram a ascensão desses fenômenos porque não fizeram reportagem fora de suas "bolhas".
"Quem não viu Brexit, Trump e Bolsonaro estava desconectado da realidade do seu país", disse o americano Andrew Fishman, editor geral do The Intercept Brasil. Ele emendou que todos as redações deixam de fazer matérias por causa de seus vieses internos e pela falta de diversidade, mas é preciso fazer uma autocrítica. "Por que você errou da primeira vez e como pode melhorar para não errar nos outros casos?"
"Quem não viu Brexit, Trump e Bolsonaro estava desconectado da realidade do seu país", disse o americano Andrew Fishman, editor geral do The Intercept Brasil. Ele emendou que todos as redações deixam de fazer matérias por causa de seus vieses internos e pela falta de diversidade, mas é preciso fazer uma autocrítica. "Por que você errou da primeira vez e como pode melhorar para não errar nos outros casos?"
